Quem somos

A epilepsia é a condição neurológica crônica mais comum em todo o mundo e afeta todas as idades, raças e classes sociais. Impõe um peso grande nas áreas psicológica, física, social e econômica, revelando dificuldades não só individuais, mas também familiares, escolares e sociais, especialmente devido ao desconhecimento, crenças, medo e estigma.

No Brasil, é estimado que existam três milhões de pessoas com epilepsia, sendo que a este número somam-se 300 novos casos por dia. Aproximadamente 50% dos casos de epilepsia tem início na infância e adolescência. Provavelmente, a maioria destas pessoas carrega o “status de epiléptico”, mas muitos ainda não sabem que o tratamento existe e é eficaz, podendo controlar 80% dos casos. Entretanto, em países como o Brasil, o tratamento não é adequado em uma parcela significativa da população, devido a baixa qualidade do sistema de saúde aliado ao preconceito e ao estigma. Estes dois últimos têm como fator perpetuante o mito decorrente da falta de informação correta.

Ações no passado para reverter a situação crítica da epilepsia tiveram resultados frustrados. No intuito de buscar soluções permanentes, um consórcio entre a Organização Mundial de Saúde, a Liga Internacional Contra Epilepsia e a Associação Mundial de Pacientes com Epilepsia (OMS, ILAE e IBE, respectivamente) foi formado dando o início em 1997, uma Campanha Global contra epilepsia “ Driving Epilepsy from out of the Shadows ” ( Campanha Global – Epilepsia fora das sombras ). Esta campanha desenvolve projetos em diversos locais do mundo com o objetivo de melhorar a identificação e o manejo das pessoas com epilepsia, incrementando a participação da comunidade e criando um modelo de tratamento integral aos pacientes e familiares. Em 2001, a Campanha Global entrou na sua segunda fase com a instituição de projetos demonstrativos que visam formular através de metodologia científica um modelo de tratamento aos pacientes com epilepsia. Têm como objetivo investigar e testar a eficácia de um programa de intervenção que melhore o diagnóstico e tratamento da epilepsia usando drogas de primeira linha e que reduza o impacto do estigma na epilepsia. Quatro países, China, Senegal, Zimbábue e Brasil participam oficialmente desta segunda fase da Campanha Global. 

O projeto demonstrativo brasileiro está em andamento desde 23 de setembro de 2002, coordenado e executado pelo projeto ASPE (Assistência à Saúde de Pacientes com Epilepsia), uma organização civil, não-governamental, sem fins lucrativos, de direito privado, de caráter médico-social fundada em 27/03/2002, com sede jurídica na cidade de Campinas, Estado de São Paulo, endereço eletrônico ASPE: www.aspebrasil.org.

A ASPE foi formada então, a partir desta Campanha Global, e conta hoje com os seguintes departamentos: científico, médico, educação, psico-social e comunicação.

 


 

 

DIRETORIA EXECUTIVA - 2013/2017

Presidente fundador:

Li Li Min

Presidente:
Isilda Sueli Assumpção

Vice-presidente:
Li Hui Ling

Secretária executiva:
Gabriela Salim Spagnol

Tesoureira:
Alice Sarantópoulos


 

 

 

 

DIRETORIA ANTERIOR

Presidente:
Paula Teixeira Fernandes Boaventura

Vice-presidente:
Li Hui Ling

Secretário executivo:
Pablo Gimenez

Tesoureira:
Ana Carolina Coan

Concurso fotográfico "Olhares sobre a Epilepsia"

VETOR-logo-olhares-2017Com o objetivo de expandir o acesso à informação sobre a Epilepsia, a Aspe em parceria com o Instituto Brasileiro de Neuciência e Neurotecnologia e a Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp lança mais uma edição do Concurso Fotográfico "Olhares sobre a Epilepsia".

Fórum Epilepsia na Escola

Realizado no dia 12 de setembro de 2016, em comemoração a Semana Nacional e Latino-Americana de Epilepsia, o evento reuniu dirigentes das diretorias e ensino da rede estadual de educação, de Campinas e região, e das secretarias municipais de Educação e Saúde de Campinas.

Quem somos

A epilepsia é a condição neurológica crônica mais comum em todo o mundo e afeta todas as idades, raças e classes sociais. Impõe um peso grande nas áreas psicológica, física, social e econômica, revelando dificuldades não só individuais, mas também familiares, escolares e sociais, especialmente devido ao desconhecimento, crenças, medo e estigma.

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